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O Portal Webtranspo publicou, no dia 15 de julho, matéria sobre o uso de energia solar nos transportes, com destaque para a Equipe Solar Brasil, da UFRJ, e sua participação na Copa Mundial dos Barcos Solares, o Frisian Solar Challenge 2010. Entrevista com o Prof. Fernando Amorim, do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Escola Politécnica da UFRJ.

A matéria foi articulada pela SPS. Veja abaixo:



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Se encerra hoje a FSC 2010 com a ultima prova Dokkum – Leeuwarden. A equipe retirou os barcos da competição oficialmente na sexta-feira: desmontou tudo e devolveu os painéis solares para a organização da FSC. Concretizou-se uma nova parceria entre a equipe e a cidade de Leeuwarden, que vai ficar com os barcos e  doa-los a instituições publicas de ensino – escolas e escolas técnicas.

O ultimo dia da FSC acabou com a cerimonia de premiação e um jantar com musica ao vivo no parque central de Leeuwarden.  Na classe A os três primeiros foram barcos de equipes Holandesas, mas na classe B o primeiro lugar foi conquistado pro uma equipe da Polônia, pais que desde 2009 também tem o seu próprio Desafio Solar. A Equipe Solar Brasil ganhou o premio ‘Bad Luck’ em reconhecimento a todos os problemas e desventuras que teve que enfrentar desde a sua chegada na Holanda…

Começa agora o trabalho para a FSC 2012!

Os barcos sendo retirados do camping de Franeker, depois de não largar para a prova Franeker-Dokkum

Os barcos sendo desmontados em Leeuwarden

Os paineis solares vão ser devolvidos a FSC e o resto do equipamento mandado de volta para o Brasil

Na primeira perna da prova de ontem o Catalão teve problemas com o novo motor, o último disponível. Desta forma, não conseguiu completar a prova. Apesar dos esforços da equipe não foi possível consertar o motor para participar da prova de hoje. Se encerra a participação da Equipe Solar Brasil da Universidade Federal do Rio de Janeiro na edição de 2010 da Frisian Solar Chalenge, participação muito importante para continuar avançando no desenvolvimento e na promoção de fontes alternativas, limpas e renováveis e suas diversas aplicações.

O Catalão estava indo bem e melhorava a cada prova. Poderia ter chegado entre os dez primeiros se dispuséssemos de um motor mais resistente. A participação na Edição de 2010 foi muito proveitosa para formar a equipe e desenvolver os barcos. Todos eles ainda têm um caminho de grande potencial e o conhecimento acumulado com a participação na competição será fundamental para ampliar e consolidar o processo aberto com a primeira experiência.

A edição de 2010 do Frisian Solar Chalenge mostrou uma grande evolução técnica, sobretudo no que se refere a motores e eletrônica embarcada, embora, esta também tenha sido a principal causa de quebras, abandonos e desistências. A redução de potência para a classe T também se mostrou acertada, com a participação de mais barcos e maior competitividade. No entanto, foi na classe A onde se verificaram os maiores avanços. Em relação aos cascos surgiram algumas novidades interessantes. Os barcos com hidrofólios não andaram bem e mesmo a poderosa DELTA LOYD da universidade de DELFT acabou não utilizando este recurso. Surgiram também diversos barcos de semi planeio associados a recursos externos de estabilização hidrostática e aerodinâmica semelhantes ao Catalão. Foram estes os barcos que obtiveram melhores resultados. Enfim , estes são temas para os próximos passos.

Queria aproveitar para agradecer o apoio de todos aqueles que colaboraram direta e indiretamente para a participação da Equipe em mais esta edição do Frisian Solar Chalenge, que vem se constituindo num principal instrumento de promoção e desenvolvimento da Tecnologia de barcos solares.

Saudações a todos

Fernando Amorim

Anteontem, 6 de julho, o jornal O Globo publicou em sua revista Razão Social matéria sobre as equipes brasileiras que competem na Frisian Solar Challenge 2010. Veja abaixo:

O barco Catalão chegou em decimo lugar, entre 26 barcos da classe A, hoje na terceira prova da FSC! O Ipanema infelizmente não completou a prova, nem o Copacabana, ambos com problema no motor. A prova de hoje não foi fácil, segundo o piloto do Catalão Rafael Sardinha ela foi longa (58km), com trechos expostos a ventos fortes e canais estreitos nos quais era difícil manobrar. Mas o dia foi ensolarado e o barco pôde manter um velocidade de 5.5 nos.

A equipe agora esta curtindo o jogo Holanda-Uruguay no camping do evento, junto com as equipes Holandesas.

Amanhã não tem prova – o dia vai ser dedicado a divulgação, com mostra dos barcos aberta ao público, e churrasco de confraternização.

O Catalão entre Sloten e Stavoren

O Catalão chegando em Bolsward

A linha de chegada em Bolsward

A prova de hoje foi de 44km, entre Leeuwarden e Slotten, com uma parada em Sneek. O dia foi lindo e o Catalão conseguiu completar a prova em 4h27min usando só a energia gerada pelos paineis. O primeiro colocado da classe A, um barco da Universidade Técnica de Leeuwarden acabou a prova em 3h4min. O Catalão chegou em 13 o lugar, dentro de 26 barcos da classe A.

O Ipanema e o Copacabana pararam pouco tempo de pois de ter saido de Leeuwarden e foram tirados da agua, junto com o Vento Sul, barco da equipe da UFSC. Eles foram até o camping em Slotten para serem consertados e já estão prontos para a prova de amanhã, que começará as 9:00. A prova vai ser uma prova longa, de 58km sem parada. Vamos torcer para o tempo estar bom!

O Ipanema e Copacabana largando de Leeuwarden

O Catalão na re-largada em Sneek

O Catalão na re-largada em Sneek

O Catalão em Sneek

O Ipanema, Copacabana e o Vento Sul da UFSC precisaram ser tirados da agua na metade do caminho entre Leeuwarden e Sneek

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